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	<title>Eu, eu mesmo e meus devaneios!</title>
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		<title>A imprensa e a &#8216;imprensa&#8217;</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 16:38:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
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		<description><![CDATA[John, publicitário, 25 anos e um dos donos do Audiograma. Talvez eu seja a pessoa menos indicada para reclamar de algo relacionado a imprensa, afinal eu não tenho formação em jornalismo (por pouco tempo), sou dono de um portal relativamente novo sobre música e costumo ir (não com muita frequência, claro) a shows de graça. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">John, publicitário, 25 anos e um dos donos do <a href="http://www.audiograma.com.br/" target="_blank">Audiograma</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez eu seja a pessoa menos indicada para reclamar de algo relacionado a imprensa, afinal eu não tenho formação em jornalismo (por pouco tempo), sou dono de um portal relativamente novo sobre música e costumo ir (não com muita frequência, claro) a shows de graça. Resumindo, <strong>eu me encaixaria perfeitamente nos motivos que me fizeram escrever este texto</strong>, mas creio que posso me &#8220;safar&#8221; de tudo o que vou dizer e, talvez, você vai entender o porque. Porque digo isso? Bom, vamos por partes&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Não sei claramente como funciona em outras cidades, então o texto é focado no que vejo em Belo Horizonte, cidade conhecida por parte de seus moradores (incluindo produtores de eventos) como o local onde todo mundo quer tudo mas não considera a opção de colocar a mão no bolso para pagar por isso. Shows, teatro ou cinema (???), não importa qual a plataforma cultural, o que mais se pode ver por aí são pessoas &#8220;querendo ver algo&#8221; mas indo apenas se isso não tiver um custo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" style="margin: 5px;" src="http://www.johnpereira.com.br/images/aleatoriedades/credenciais_01.jpg" alt="" width="338" height="225" />Nos últimos anos, por ter uma ligação mais estreita com rádio e produtoras de eventos, tive a oportunidade de conhecer muitas pessoas (e isso não faz de mim melhor do que alguém, que fique claro desde já) dos mais diferentes tipos, classes e pensamentos, sejam elas influentes ou anônimas como eu. Esse tempo me fez perceber que os belorizontinos (ou boa parte deles) não apreciam muito a ideia de consumir cultura em forma de eventos ou exibições. Afinal, porque gastar R$ 30 com cinema se posso baixar o filme de graça? Porque pagar R$ 80 em um ingresso de show se posso tentar ir de graça? Porque gastar dinheiro com isso se posso ir pra balada? Essas (e outras perguntas do tipo) fazem parte do meu cotidiano e vou explicar porque.</p>
<p style="text-align: justify;">A um tempo atrás, já era grande o número de pessoas que iam em eventos culturais apenas se o gasto com ele fosse R$ 0. Já digo desde já que não acho isso errado, apenas questiono essa atitude porque esse mesmo grupo faz parte daquela parcela da população que grita aos quatro cantos que &#8220;Belo Horizonte não oferece nada de bom culturalmente&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de pensamento me parece um absurdo, mas hoje me considero parte de uma minoria que pensa diferente disso e, se você não é dessa minoria, certamente está pensando que, por escrever este texto, eu tenho todas as condições de pagar ingressos para ver/consumir tudo o que quero. E eu te digo que não. Como qualquer outra pessoa, tenho que encaixar o &#8220;consumo cultural&#8221; no orçamento, fazer contas e apertar o caixa para poder adquirir. A diferença é que fazer isso não me incomoda. Deixar de ir em uma boate, de sentar num bar com os amigos ou de comprar uma camisa de R$ 100 para poder ir a um show, por exemplo, nunca me incomodou.</p>
<p style="text-align: justify;">Não vou ser hipócrita e dizer que recusaria um ingresso ganhado ou nunca participaria de promoção. Como todo mundo, é óbvio que ficaria feliz por não ter que gastar com algumas coisas, mas isso não é determinante para mim a ponto de fazer com que deixe de ver algo que quero muito. Já paguei por coisas que gosto, por ter curiosidade de ver algum artista ou para acompanhar alguém ao cinema e não me arrependo disso. Da mesma forma que eu também deixei de ver coisas que gostava porque o gasto não cabia no orçamento (o Lollapalooza é o caso mais recente dessa lista).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A questão é que me parece que &#8220;consumir cultura&#8221; e pagar por isso parece ser um problema para alguns</strong> e, chegando ao ponto principal do texto, enquanto o macete para ir em algo de graça era apenas participar de promoção e ganhar ingressos, era algo até aceitável. Mas, a partir do momento em que você ocupa um espaço de trabalho e acaba &#8220;retirando&#8221; de um profissional a possibilidade de produzir um conteúdo legal para, apenas, satisfazer o seu desejo de ver um artista que gosta de graça, isso me parece um problema (e daí vem o título do post).</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" style="margin: 5px;" src="http://www.johnpereira.com.br/images/aleatoriedades/credenciais_03.jpg" alt="" width="324" height="259" />Cada vez mais, vejo pessoas <strong>sem o menor preparo</strong> portando crachás de imprensa por aí e me pergunto o porque? Será por causa da internet e da facilidade de se ter um &#8220;veículo de comunicação&#8221; que ela nos proporciona ou porque certos shows possuem critérios mais exigentes de credenciamento e outros não?</p>
<p style="text-align: justify;">O ponto é: <strong>Muitos descobriram no credenciamento de imprensa uma forma de ver o seu artista preferido, ter acesso privilegiado e não gastar nada</strong>. Isso me parece tão ou mais preocupante do que simplesmente querer ganhar ingresso em promoção ou pedir alguém que está ligado ao evento por uma cortesia. Como um dos fundadores do Audiograma, já vi pessoas ligadas ao site agindo dessa forma.</p>
<p style="text-align: justify;">Que fique claro duas coisas: A primeira é que eu acredito que um profissional credenciado como imprensa possa sim curtir o show no qual ele está a trabalho. Isso já aconteceu comigo diversas vezes. A segunda é que eu não estou defendendo quem produz e querendo que todo mundo pague pela cultura.</p>
<p style="text-align: justify;">O que estou querendo apontar é que a parcela que &#8220;só consome cultura 0800&#8243; fica cada vez maior em BH e, nos últimos meses, tem se utilizado de meios questionáveis para conseguir ir a algo sem gastar um centavo com ingresso. Penso que, enquanto a mentalidade não mudar, vamos continuar vendo pessoas desfilando de crachás e pulseiras de imprensa pelas casas de shows com o único intuito de ver seu artista preferido e deixando o trabalho pelo qual foi credenciado em segundo plano. E olha que o &#8220;problema&#8221; não é apenas esse, já que a mentalidade de &#8220;não gastar com cultura&#8221; acaba afastando possíveis projetos da cidade. Ora, ao ver muitos agindo dessa forma, porque uma  produtora de eventos gastaria trazendo um determinado artista para a  cidade boa parte não vai se esforçar e pagar para ver?</p>
<p style="text-align: justify;">Além dessa situação, tem também os veículos sérios (e grandes) que consomem credencial quando, no fundo, precisariam apenas de um ingresso para fazer o seu trabalho. Ou então a certa &#8220;panelinha&#8221; existente em certos credenciamentos. Mas não vou entrar nessa discussão por enquanto.</p>
<p style="text-align: justify;">Aí eu pergunto: O que fazer? Eu diria que tornar o credenciamento mais específico e exigir informações sobre o que será feito dentro do local antes da liberação já seria um bom começo, mas quem pode responder são apenas as assessorias de imprensa, que fazem um bom trabalho mas talvez precisem repensar em como resolver essas questões.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" src="http://www.johnpereira.com.br/images/aleatoriedades/credenciais_02.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Imagens: Todas encontradas na busca de imagens do Google.</p>
<p style="text-align: justify;">Ouvindo: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=GLqqO-VPS8I" target="_blank">Caravan Palace &#8211; Panic</a></p>
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		<title>Música: Metallica – Kill ‘Em All</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Mar 2012 23:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiograma]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[1983]]></category>
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		<category><![CDATA[Metallica]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1983, o Metallica foi de Los Angeles para Rochester, Nova Iorque e só sairia de lá com o seu primeiro álbum gravado. Com o nome de Metal Up Your Ass  na cabeça, o álbum foi produzido por Paul Curcio e estava tudo pronto para o lançamento, até que a gravadora e os distribuidores se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em 1983, o <strong>Metallica</strong> foi de Los Angeles para Rochester, Nova Iorque e só sairia de lá com o seu primeiro álbum gravado. Com o nome de Metal Up Your Ass  na cabeça, o álbum foi produzido por Paul Curcio e estava tudo pronto para o lançamento, até que a gravadora e os distribuidores se recusaram a colocar no mercado um álbum com este nome. Com a recusa por Metal Up Your Ass, a banda teve que criar um novo nome e chegamos ao titulo com o qual a banda se tornou conhecida mundialmente: <strong>Kill ‘Em All</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Lançado pela Megaforce Records nos EUA e pela Music for Nations na Europa, o álbum é um insano e barulhento cartão de visitas do quarteto, sendo possível notar certa fusão de duas bandas já consagradas naquela época no cenário mundial: <strong>Iron Maiden</strong> e <strong>Motorhead</strong>. A intenção de <strong>James Hetfield</strong>, <strong>Lars Ulrich</strong>, <strong>Cliff Burton</strong> e <strong>Kirk Hammett</strong> eram claras. A idéia era realmente dominar o mundo com suas criações e, para isso, nada melhor do que músicas espetaculares, pesadas e agressivas, que apresentavam em seus 51 minutos de duração uma união perfeita entre os arranjos e o vocal ríspido de James. Vale ressaltar que estes são itens importantes e que se tornariam uma marca do Metallica daquele ano em diante.</p>
<p style="text-align: justify;">Kill &#8216;Em All é um álbum digno de morshs ensandecidos, do início ao fim. Desde os primeiros acordes de <em>“Hit The Lights”</em> até o seu final, com <em>“Metal Militia”</em>, o que se ouve nada mais é do que uma sucessão de refrãos ótimos e solos incríveis que fizeram com que algumas músicas se tornassem verdadeiros clássicos – como <em>“Whiplash”</em>, <em>“Seek &amp; Destroy”</em> e <em>“The Four Horsemen”</em> – e que são responsáveis pela importância dada ao Metallica, antes mesmo do segundo – e mega clássico – álbum da banda ser lançado.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é um álbum primoroso, daqueles que dão prazer de se ouvir para quem curte o estilo. Os fãs das antigas com certeza concordam comigo e, se você conhece o Metallica e ainda não ouviu o Kill ‘Em All, bom sujeito não é.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.johnpereira.com.br/images/cultura/musica/metallica_kea.jpg" alt="" width="350" height="350" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Metallica – Kill ‘Em All</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lançamento:</strong> 25 de Julho de 1983<br />
<strong>Gravadora:</strong> Megaforce<br />
<strong>Gênero:</strong> Thrash Metal<br />
<strong>Produção:</strong> Paul Curcio</p>
<p style="text-align: justify;">Faixas:<br />
1. Hit The Lights<br />
2. The Four Horsemen<br />
3. Motorbreath<br />
4. Jump In The Fire<br />
5. (Anesthesia) Pulling Teeth<br />
6. Whiplash<br />
7. Phantom Lord<br />
8. No Remorse<br />
9. Seek &amp; Destroy<br />
10. Metal Militia</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.johnpereira.com.br/devaneios/2012/03/musica-metallica-%e2%80%93-kill-%e2%80%98em-all/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;">Publicado originalmente no <strong><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/01/playlist-metallica-kill-em-all/" target="_blank">Audiograma</a></strong> em <strong>janeiro de 2010</strong>.</p>
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		<title>Música: Institute – Distort Yourself</title>
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		<comments>http://www.johnpereira.com.br/devaneios/2012/02/musica-institute-%e2%80%93-distort-yourself/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 14:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiograma]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2005]]></category>
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		<description><![CDATA[Gavin Rossdale é aquele cara que talvez você não faça a menor ideia de quem seja ao ouvir o seu nome, mas que certamente já ouviu algo diretamente ligado a ele, seja através do Bush (que está voltando à ativa), de sua carreira solo ou com seu projeto paralelo de único álbum, o Institute. Criado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Gavin Rossdale</strong> é aquele cara que talvez você não faça a menor ideia de quem seja ao ouvir o seu nome, mas que certamente já ouviu algo diretamente ligado a ele, seja através do <strong>Bush</strong> (que está voltando à ativa), de sua carreira solo ou com seu projeto paralelo de único álbum, o <strong>Institute</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Criado pouco depois do anúncio  referente ao hiato do Bush, o Institute parecia ser mais uma daquelas  bandas paralelas que buscaria agregar um pouco da formula de sucesso do  projeto original de seu líder e, a partir disso, navegaria por um terreno não tão  explorado por ele anteriormente. Se o Bush estava totalmente enraizado  no conceito grunge que foi apresentado ao mundo por <strong>Nirvana</strong> e <strong>Pearl Jam</strong>, o que se viu com o lançamento de <strong>Distort Yourself</strong>, em 2005, foi uma ‘guinada’ total na carreira de Rossdale.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde os primeiros acordes de <em>“Bullet Proof Skin”</em>,  podemos ver que o Institute mostra um lado mais pesado e com guitarras  mais do que afiadas de seu vocalista. Se o som não chega a ser algo  original, o produto final entregue por Rossdale (vocal e guitarra), <strong>Chris Traynor</strong> (guitarra), <strong>Cache Tolman</strong> (baixo) e <strong>Charlie Walker</strong> (bateria) apresenta características marcantes e capazes de serem  admiradas por aqueles que gostam de um trabalho melodicamente bem feito,  somado a letras feitas para se cantar a plenos pulmões.</p>
<p style="text-align: justify;">Músicas como <em>“When Animals Attack”</em>, <em>“Information Age”</em> e <em>“Seventh Wave”</em> são grandes exemplos do bom casamento entre voz e melodia criado pelo  Institute. Apesar disso, o ponto alto de Distort Yourself fica por conta  da faixa <em>“Ambulances”</em>, música mais do que capaz de monopolizar  todas as atenções do álbum. Aliás, vale ressaltar que foi através dela  que conheci o projeto e, naquela época, demorei um certo tempo para  ligar os pontos e ver que era, de fato, ‘o marido da Gwen Stefani’ quem  colocava sua voz nas letras do Institute.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Save The Robots”</em> fecha um  álbum que não obteve grande sucesso mundo a fora, mas que deu a banda a  possibilidade de abrir alguns shows da turnê Vertigo do <strong>U2</strong> e colocar seu single entre os 30 mais ouvidos nos charts de Modern Rock  e Mainstream Rock da Billboard no ano de seu lançamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Acima de tudo, o Institute é um projeto  que mostra um lado diferente de Rossdale. É um projeto de um álbum só  (como vários outros criados naquela época – ta aí o <strong>Probot</strong> de <strong>Dave Grohl</strong> que não me deixa mentir), e que não teve o reconhecimento devido. Pode  não ter sido um projeto duradouro, mas rendeu 12 bons frutos e, talvez,  merecesse uma continuidade. Infelizmente, isso é algo que nunca  saberemos ao certo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" src="http://www.johnpereira.com.br/images/cultura/musica/institute_dy.jpg" alt="" width="348" height="345" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Institute – Distort Yourself</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lançamento:</strong> 13 de setembro de 2005<br />
<strong>Gravadora:</strong> Interscope<br />
<strong>Gênero:</strong> Rock<br />
<strong>Produção:</strong> Gavin Rossdale e Page Hamilton</p>
<p style="text-align: justify;">Faixas:<br />
01. Bullet-Proof Skin<br />
02. When Animals Attack<br />
03. Come On Over<br />
04. Information Age<br />
05. Wasteland<br />
06. Boom Box<br />
07. Seventh Wave<br />
08. The Heat Of Your Love<br />
09. Ambulances<br />
10. Secrets And Lies<br />
11. Mountains<br />
12. Save The Robots</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.johnpereira.com.br/devaneios/2012/02/musica-institute-%e2%80%93-distort-yourself/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;">Publicado originalmente no <a href="http://www.audiograma.com.br/2011/07/playlist-institute-distort-yourself/" target="_blank"><strong>Audiograma</strong></a> em <strong>julho de 2011</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Música: Avril Lavigne @ Belo Horizonte – 02/08/11</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 16:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiograma]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Avril Lavigne]]></category>
		<category><![CDATA[Shows]]></category>

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		<description><![CDATA[Com quase oito anos de atraso, realizei um sonho que tinha lá em 2003, com meus 16 anos, no auge da turnê My World e do lançamento do DVD com o mesmo nome: Um dia veria a Avril Lavigne de perto. Ok, não foi tão de perto do jeito que o meu sonho desejava e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com quase oito anos de atraso, realizei um sonho que tinha lá em 2003, com meus 16 anos, no auge da turnê<a rel="nofollow" href="http://www.audiograma.com.br/2011/08/avril-lavigne-belo-horizonte-020811/#"></a> My World e do lançamento<a rel="nofollow" href="http://www.audiograma.com.br/2011/08/avril-lavigne-belo-horizonte-020811/#"></a> do DVD com o mesmo nome: Um dia veria a <strong>Avril Lavigne</strong> de perto.</p>
<p style="text-align: justify;">Ok, não foi tão de perto do jeito  que o meu sonho desejava e demorou muito mais do que planejava naquela  época. Demora que influenciou bastante na forma como vi o show. Se em  2003 eu me considerava fã da Avril Lavigne (não como os que são capazes de fazer fila três dias antes do show no Chevrolet Hall), hoje eu não  carrego mais esse “título” comigo mas, como diria um célebre jogador do  futebol brasileiro se tivesse vivenciando a mesma situação que a minha,  “sonho é sonho e vice versa”.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/coberturas/albuns/20110802_avrillavigne/images/004.jpg" alt="" width="248" height="420" />Com isso na cabeça, fui para o Chevrolet Hall com a esperança de ouvir mais músicas da época Let Go/Under My Skin. Para me agradar, lá estavam <em>“Sk8er Boi”</em>, <em>“He Wasn’t”</em>, <em>“Nobody’s Home”</em>, o instrumental de <em>“Losing Grip”</em>, <em>“My Happy Ending”</em> e <em>“Complicated”</em>, que teve a missão de fechar um show que, apesar de não parecer, representava muito mais para mim do que poderia imaginar.</p>
<p style="text-align: justify;">A intro com <em>“Bad Reputation”</em> soou como um alarme para o que viria a seguir. Para um público empolgado  e capaz de cantar até música ambiente antes do show começar, qualquer  coisa relacionada a Avril era capaz de causar altos decibéis de gritos. E  isso inclui até anuncio de perfume da cantora. Após intro, Avril sobe  ao palco para cantar <em>“Black Star”</em> e dá início, de fato, a sua apresentação em Belo Horizonte.</p>
<p style="text-align: justify;">Com uma banda extremamente competente e  uma setlist que passou por todas as fases da cantora, o show foi  caminhando e a sensação de que “as antigas empolgam mais” foi ganhando  força em minha cabeça. Talvez pelo trabalho atual ser fruto de uma fase  mais madura que no seu início de carreira, mas ouvir as músicas de seus  dois primeiros álbuns parecia satisfazer mais o público presente. O  único senão fica por conta de <em>“Smile”</em> que, das recentes, foi a  que mais fez o público cantar. Além das músicas próprias, Avril ainda  brindou o público com o cover de <em>“Fix You”</em>, do Coldplay, e um trecho de “Airplanes”, do B.O.B., que serviu como introdução de <em>“My Happy Ending”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A recepção mais do que calorosa de Belo  Horizonte fez com que Avril e os demais membros criassem uma sintonia  com o público, com direito a coro ao fim de <em>“I’m With You”</em>,  onde o público cantou diversas vezes os trechos finais da música, apenas  coordenados por Avril, que naquela altura parecia extremamente feliz  com o show e, principalmente, o público presente.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do calor no interior da casa (que  fez muitos passarem mal) e de um fã que invadiu o palco e assustou a  cantora, o saldo da passagem de Avril Lavigne por BH foi bem positivo.  Ao fim de <em>“Complicated”</em> e após quase duas horas de show, as  luzes se acenderam e mostraram uma grande maioria em êxtase com tudo o  que viu. Assim como eles, sai com a sensação de sonho realizado, mas  também com o pensamento de que ele poderia ter sido realizado de uma  forma bem diferente do que realmente foi.</p>
<p style="text-align: justify;">E quando digo que ele poderia ter sido  diferente, não estou creditando nenhum tipo de culpa a Avril ou de sua  banda, mas ao simples fato de que eu cheguei ao show com oito anos de  atraso.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/coberturas/albuns/20110802_avrillavigne/images/006.jpg" alt="" width="420" height="191" /></p>
<p><strong>Setlist:</strong></p>
<p>01. Bad Reputation (Intro)<br />
02. Black Star<br />
03. What the Hell<br />
04. Sk8er Boi<br />
05. He Wasn’t<br />
06. I Always Get What I Want<br />
07. Alice<br />
08. Fix You (Cover do Coldplay)<br />
09. When You’re Gone<br />
10. Stop Standing There<br />
11. Wish You Were Here<br />
12. Everybody Hurts<br />
13. Nobody’s Home<br />
14. Unwanted/Freak Out/Losing Grip (instrumentais)<br />
15. Girlfriend<br />
16. Airplanes/My Happy Ending<br />
17. Don’t Tell Me<br />
18. Smile<br />
19. I’m With You<br />
20. I Love You<br />
21. Hot<br />
22. Complicated</p>
<p><span style="color: #333333;">.</span></p>
<p><span style="color: #333333;">.</span></p>
<p>Texto publicado originalmente no <a href="http://www.audiograma.com.br/2011/08/avril-lavigne-belo-horizonte-020811/" target="_blank"><strong>Audiograma</strong></a> em <strong>agosto de 2011</strong>.</p>
<p>Fotos: <a href="http://www.flickr.com/photos/_ooipolly" target="_blank">Polly Rodrigues</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Da última vez&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 09:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicados]]></category>

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		<description><![CDATA[Era fim de novembro quando passei por aqui e disse que voltaria a publicar os meus devaneios nesse espaço empoeirado. Os dias se passaram, o fim de ano chegou, passou, 2012 começou e nada. Faltava inspiração, vontade de escrever ou, até mesmo, ânimo para tornar público coisas que penso sobre diversos assuntos. Quem me conhece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Era fim de novembro quando passei por aqui e disse que voltaria a publicar os meus devaneios nesse espaço empoeirado. Os dias se passaram, o fim de ano chegou, passou, 2012 começou e nada. Faltava inspiração, vontade de escrever ou, até mesmo, ânimo para tornar público coisas que penso sobre diversos assuntos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem me conhece a mais tempo sabe que sempre tive vontade de ter um blog/site que não falasse (só) de música, aonde pudesse falar de qualquer coisa que viesse a cabeça, sem a rigidez que tenho (e criei) no <a href="http://www.audiograma.com.br" target="_blank">Audiograma</a>. Foi assim que nasceu, a anos atrás, esse espaço. Ainda que o endereço tenha mudado algumas vezes (um salve ao blogspot e ao wordpress gratuíto), a intenção era fazer isso uma válvula de escape pessoal, mesmo que isso não signifique textos que retratem a minha vida, até porque&#8230; quem sou eu, né?</p>
<p style="text-align: justify;">No último post deixei aberta a possibilidade de publicar coisas mais pessoais por aqui e, enquanto vou falando &#8220;nada com nada&#8221; e te iludindo achando que esse post será útil, penso numa forma de incluir esse lado mais pessoal por aqui, sem assustar quem visita (será que ainda tem alguém?). E como fazer isso sem cair no clichê de todo blog pessoal?</p>
<p style="text-align: justify;">Essa talvez seja a pergunta chave e, enquanto não consigo respondê-la, vou te pentelhando e &#8220;reciclando&#8221; textos antigos. Pode ser?</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NowWatching:</strong> Frasier (Sony)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Muito tempo se passou&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 00:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicados]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu Deus! Meus últimos dois posts neste blog foram em outubro do ano passado e em fevereiro deste ano, respectivamente. Certamente, 95% dos leitores que acompanhavam essa &#8220;maravilha&#8221; de blog já não farão a menor questão de voltar, mas decidi (tentar) reativar isso aqui. Talvez com uma tomada mais pessoal, mas ainda postando o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" style="margin: 5px;" src="http://www.johnpereira.com.br/images/aleatoriedades/allstar_01.jpg" alt="" width="324" height="215" />Meu Deus! Meus últimos dois posts neste blog foram em outubro do ano passado e em fevereiro deste ano, respectivamente. Certamente, 95% dos leitores que acompanhavam essa &#8220;maravilha&#8221; de blog já não farão a menor questão de voltar, mas decidi (tentar) reativar isso aqui. Talvez com uma tomada mais pessoal, mas ainda postando o que ando fazendo e vendo por aí.</p>
<p style="text-align: justify;">Muita coisa aconteceu de fevereiro pra cá. Muita coisa mesmo, o que talvez me obrigaria a fazer um post gigantesco e que não seria lido pelos 5% que ainda restam de (possíveis) leitores. Então é melhor resumir e apenas informar que larguei a vida acadêmica (calma, eu concluí o curso de Publicidade, não abandonei a PUC novamente), troquei de namorada (ei Polly), ainda trabalho em rádio, ainda tenho um <a href="http://www.audiograma.com.br/" target="_blank">site de jornalismo musical</a> e ainda passo boa parte da minha vida brincando de Social Media. Mas, porque voltar a publicar os meus devaneios? <em>Eis a pergunta que vale um milhão de reais. /SilvioSantos</em></p>
<p style="text-align: justify;">Sinceramente, eu não tenho a menor ideia e, o que e pior, eu nem sei se isso vai pra frente. Em fevereiro, <a href="http://www.johnpereira.com.br/devaneios/2011/02/minha-curta-carreira-cinematografica/" target="_blank">quando falei das minhas aventuras na frente das câmeras</a>, jurava pra mim mesmo que postaria com frequência nesse espaço. Apesar disso, nem abrir o painel para digitar alguma bobagem eu fiz nesse tempo. E não foi por falta de vontade, foi por pura preguiça mesmo (e depois me pergunto porque os leitores não voltam aqui).</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, não quero me alongar (ah não) com esse post. Com o tempo vou atualizando vocês conforme a música for tocando. Por enquanto, deixo vocês com o melhor clipe do ano (olha, voltei a tempo de fazer listas de melhores do ano, hein?):</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.johnpereira.com.br/devaneios/2011/11/muito-tempo-se-passou/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Now Playing:</strong> Silverchair &#8211; Suicidal Dream</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos do post:</strong> <a href="www.flickr.com/photos/_ooipolly" target="_blank">Polly Rodrigues</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Minha curta carreira cinematográfica&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 00:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade e Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[PUC Minas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem acompanha esse blog &#8211; ou seja, eu e mais umas 2 pessoas &#8211; deve se lembrar de um trabalho de faculdade que fiz a um tempo atrás aonde resolvi bancar o diretor de meia tigela e, ainda por cima, fazer uma homenagem a Sofia Coppola. Pois bem, dessa vez sai de trás das câmeras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quem acompanha esse blog &#8211; ou seja, eu e mais umas 2 pessoas &#8211; deve se lembrar de um trabalho de faculdade que fiz a um tempo atrás aonde <a href="http://www.johnpereira.com.br/devaneios/2010/06/video-cinema-e-video-4-pp-pucmg/" target="_blank">resolvi bancar o diretor</a> de meia tigela e, ainda por cima, fazer uma homenagem a Sofia Coppola.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, dessa vez sai de trás das câmeras e resolvi aparecer em um trabalho desenvolvido para a disciplina de Produção Audiovisual, no início do ano passado.  Após algumas mudanças feitas pelo <a href="http://www.ferreradaniel.blogspot.com/" target="_blank">Dan Ferrera</a>, parceiro de PUC e diretor dessa coisa que vocês vão ver abaixo, apresento a vocês o curta MONITOR:</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.johnpereira.com.br/devaneios/2011/02/minha-curta-carreira-cinematografica/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: left;">Diretor/Editor : Dan Ferrera<br />
Produção: Thiago Rabello, Thiago Antunes e John Pereira.<br />
Trilha: Freeplay music<br />
Ano: 2010</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Duas criações interativas&#8230; e interessantes!</title>
		<link>http://www.johnpereira.com.br/devaneios/2010/10/duas-criacoes-interativas-e-interessantes/</link>
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		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 07:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cases / Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[Interatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Bem Vindo ao Clube]]></category>
		<category><![CDATA[Lost In Val Sinestra]]></category>
		<category><![CDATA[Nextel]]></category>
		<category><![CDATA[Swisscom]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente, surgiram duas campanhas publicitárias de extrema qualidade e que integram vídeo e Facebook. Essa integração já é algo comum na web, mas as duas me chamaram a atenção pela ideia relativamente simples e pela execução bem feita. A primeira delas é da Swisscom, provedora de internet e TV da Suiça. Eles criaram um trailer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Recentemente, surgiram duas campanhas publicitárias de extrema qualidade e que integram vídeo e Facebook. Essa integração já é algo comum na web, mas as duas me chamaram a atenção pela ideia relativamente simples e pela execução bem feita.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira delas é da Swisscom, provedora de internet e TV da Suiça. Eles criaram um trailer para um filme de terror fictício de nome <a href="http://www.lost-in-val-sinestra.com/" target="_blank">Lost In Val Sinestra</a> onde você assume o papel de diretor e alguns de seus amigos do Facebook (escolhidos por você) participam da história com os seus avatares da rede social.</p>
<p style="text-align: justify;">Se preferir, você também pode fazer o upload das fotos de seus amigos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.johnpereira.com.br/images/aleatoriedades/lostinvalsinestra.jpg" alt="" width="500" height="228" /></p>
<p style="text-align: justify;">A segunda criação é da Nextel que, numa parceria com a agência One Digital, lança uma campanha com o ator Fábio Assunção, que interpreta o Dr. Saulo, um psicanalista que faz com que as pessoas se conheçam melhor utilizando as mídias sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como no Lost In Val Sinestra, a campanha explora a interatividade e é integrada com o Facebook. Após acessar <a href="http://www.bemvindoaoclube.com.br" target="_blank">o site da campanha</a>, você pode criar o seu filme utilizando a sua conta do Facebook.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.johnpereira.com.br/images/aleatoriedades/nextelfabioassuncao.jpg" alt="" width="451" height="255" /></p>
<p style="text-align: justify;">Não perca tempo e crie os seus vídeos, mas antes não deixe de conferir o <a href="http://www4.lost-in-val-sinestra.com/041454CAE7FB60351B" target="_blank">meu trailer</a> no Lost In Val Sinestra e o <a href="http://bit.ly/b7fARK" target="_blank">meu vídeo</a> na campanha da Nextel.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Música: Fuel &#8211; Something Like Human</title>
		<link>http://www.johnpereira.com.br/devaneios/2010/08/musica-fuel-something-like-human/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 18:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiograma]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2000]]></category>
		<category><![CDATA[Cd's]]></category>
		<category><![CDATA[Fuel]]></category>

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		<description><![CDATA[Something Like Human é o segundo álbum do Fuel, banda formada em Atlanta em 1989. Lançado em 2000, este talvez seja o álbum mais completo desta banda  que, apesar de pouco conhecida no Brasil, naquele ano arrebatou de vez o cenário americano e passando por aquele pesadelo do segundo álbum, que já começava a assombrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Something Like Human</strong> é o segundo álbum do <strong>Fuel</strong>, banda formada em Atlanta em 1989. Lançado em 2000, este talvez seja o álbum mais completo desta banda  que, apesar de pouco conhecida no Brasil, naquele ano arrebatou de vez o cenário americano e passando por aquele pesadelo do segundo álbum, que já começava a assombrar algumas boas bandas já naquele ano.</p>
<p style="text-align: justify;">É um álbum com boas melodias, letras interessantes e um vocal diferenciado de <strong>Brett Scallions</strong>. Vale até dizer que esta pode ter sido a melhor fase de Scallions dentro da banda, era quando ele realmente estava à vontade com as composições e principalmente com <strong>Carl Bell</strong>, guitarrista e fundador da banda ao lado do baixista <strong>Jeff Abercrombie</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A banda já era conhecida pelo grande sucesso ocasionado por <em>“Shimmer”</em>, música lançada no primeiro álbum da banda, <strong>Sunburn</strong>. Mas foram as canções deste segundo álbum – como <em>“Hemorrhage (In My Hands)”</em>, <em>“Bad Day”</em> e <em>“Innocent”</em> – que consolidaram a banda dentro e fora dos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Com uma sucessão de possíveis hits, distorções e passagens por estilos não trabalhados no lançamento anterior, <strong>Something Like Human</strong> transita por vários gêneros musicais, partindo das baladas – <em>“Bad Day”</em> – ao som mais pesado – <em>“Down”</em> – sem deixar de lado sua veia alternativa – <em>“Easy”</em> – ou post-grunge – <em>“Empty Spaces”</em>. Isso faz com que o álbum conte com uma gama diferenciada de músicas e o torna capaz de atingir vários gostos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.johnpereira.com.br/images/cultura/musica/fuel_slh.jpg" alt="" width="350" height="350" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fuel – Something Like Human</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lançamento: </strong>19 de setembro de 2000<br />
<strong>Gravadora: </strong>Epic<br />
<strong>Gênero:</strong> Alternative Rock<br />
<strong>Produção:</strong> Bem Grosse e Carl Bell</p>
<p style="text-align: justify;">Faixas:<br />
01. Last Time<br />
02. Hemorrhage (In My Hands)<br />
03. Empty Spaces<br />
04. Scar<br />
05. Bad Day<br />
06. Prove<br />
07. Easy<br />
08. Down<br />
09. Solace<br />
10. Knives<br />
11. Innocent<br />
12. Slow</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.johnpereira.com.br/devaneios/2010/08/musica-fuel-something-like-human/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Algumas (boas) capas da Rolling Stone</title>
		<link>http://www.johnpereira.com.br/devaneios/2010/07/algumas-boas-capas-da-rolling-stone/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 00:56:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revistas]]></category>
		<category><![CDATA[Annie Leibovitz]]></category>
		<category><![CDATA[Rolling Stone]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava eu olhando alguns blogs que me indicaram via Twitter nos últimos dias e cheguei ao Menina da Tarja Preta. Página vai, página vem e, no meio de vários posts interessantes, encontrei um sobre as capas da Rolling Stone americana, algumas delas feitas por Annie Leibovitz, fotógrafa americana que trabalhou durante anos para a revista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estava eu olhando alguns blogs que me indicaram via <a id="aptureLink_rcSzFN0zGa" href="http://twitter.com/johnpereira">Twitter</a> nos últimos dias e cheguei ao <a href="http://afluoxetina.wordpress.com/" target="_blank">Menina da Tarja Preta</a>. Página vai, página vem e, no meio de vários posts interessantes, encontrei um sobre as capas da Rolling Stone americana, algumas delas feitas por <a id="aptureLink_hVqd7zqjAC" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Annie%20Leibovitz">Annie Leibovitz</a>, fotógrafa americana que trabalhou durante anos para a revista e é responsável pela última foto de John Lennon antes de sua morte.</p>
<p style="text-align: justify;">Na seleção feita pelo <strong>Menina de Tarja Preta</strong> tem, além da foto do Lennon, Kurt Cobain, Elvis Presley, Michael Jackson, Barack Obama, Bob Marley, John Travolta, Sylvester Stallone, Bono, Darth Vader e Bart Simpson.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter" src="http://www.johnpereira.com.br/images/cultura/revista/rollingstone_01.jpg" alt="" width="500" height="460" /><img class="aligncenter" src="http://www.johnpereira.com.br/images/cultura/revista/rollingstone_02.jpg" alt="" width="500" height="419" /><img class="aligncenter" src="http://www.johnpereira.com.br/images/cultura/revista/rollingstone_03.jpg" alt="" width="500" height="408" /><img class="aligncenter" src="http://www.johnpereira.com.br/images/cultura/revista/rollingstone_04.jpg" alt="" width="500" height="417" /><img class="aligncenter" src="http://www.johnpereira.com.br/images/cultura/revista/rollingstone_05.jpg" alt="" width="500" height="414" /><img class="aligncenter" src="http://www.johnpereira.com.br/images/cultura/revista/rollingstone_06.jpg" alt="" width="500" height="413" /><img class="aligncenter" src="http://www.johnpereira.com.br/images/cultura/revista/rollingstone_07.jpg" alt="" width="500" height="427" /></p>
<p style="text-align: justify;">Ps¹.: Imagens via <a href="http://afluoxetina.wordpress.com/2010/04/06/as-melhores-capas-da-rolling-stones/" target="_blank">Menina de Tarja Preta</a><br />
Ps².: Annie Leibovitz ganhou um documentário sobre a sua vida. O trailer você pode <a id="aptureLink_exK74cZIQH" href="http://www.youtube.com/watch?v=MZjY9kvcTbs">ver aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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